Aita Paramotor reforça equipe mecânica e amplia seus serviços

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Aita Paramotor reforça equipe mecânica e amplia seus serviços

A Aita Paramotor acaba de selar parceria com Reinaldo Sanches (Nenê), conceituado mecânico de paramotores e fundador da escola Atitude para Voar. A partir de agora, Nenê reforçará o time mecânico de manutenção e consultoria técnica da escola e do clube de voo Aita.
Paraquedista há 25 anos, Nenê vem se desenvolvendo profissionalmente em motores de motocicletas e preparação de karts de corrida desde 1990. Seus profundos conhecimentos técnicos abrangem marcas como Minari, Vitorazzi, Corsair, Simonini, Pollini, além de outros tradicionais fabricantes de motores dois tempos. “Nosso objetivo é oferecer um grande estoque de peças – das mais variadas marcas de motores – para manutenção corretiva e preventiva, como correias, mangueiras, partidas, limpeza de carburador, descarbonização etc.”, explica Nenê.
Outra boa notícia é que os associados Aita Paramotor Club, além de assessoria técnica e pequenos reparos gratuitos na pista de voo, também terão descontos especiais em todos os serviços mecânicos que passarão a ser oferecidos.
Marcio Aita, que além da experiência internacional como piloto também tem em seu curriculum imersões técnicas na fábrica da Vitorazzi, na Itália, ressalta que o objetivo da empresa é oferecer o máximo de profissionalismo e garantia dos serviços mecânicos. “Agilidade na definição do orçamento e rapidez na entrega dos equipamentos: estas também serão as características que implantaremos para oferecer o melhor aos nossos alunos e pilotos associados”, comenta Aita.
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Enrosco nas linhas, o que fazer? 

Por falta de rotina, Check de linhas e atenção, podemos nos deparar com situações de enrosco nas linhas em nossos tirantes.

No PARAMOTOR temos a grande vantagem de decolarmos no plano e geralmente precisamos de mais pista para decolagem em relação ao Voo Livre e assim temos mais tempo para interpretar possíveis enroscos e também temos área de escape possibilitando retornar imediatamente ao solo caso necessitemos…

Para evitar este tipo de problema:

🔴 SEMPRE MANUSEIE SEU TIRANTE SEGURANDO PELOS PONTOS DE ANCORAGEM

🔴 ANTES DE CONECTAR CHEQUE AS LINHAS ATENTAMENTE LEVANTANDO BEM AS LINHAS “A” E CERTIFICANDO QUE ESTÃO LIVRES

🔴 TENHA UMA ROTINA BEM ESTABELECIDA DE CONEXÃO

🔴 ANTES DE DECOLAR, JÁ CONECTADO, CHEQUE SE OS FREIOS ESTÃO LIBERADOS PUXANDO-OS ALGUMAS VEZES

🔵 SE O PILOTO TEM O PADRÃO DE CONEXÃO TREINADO SEU CÉREBRO O AVISARÁ NO CASO QUE QUALQUER COISA ESTEJA FORA DA ROTINA E O PILOTO SENTIRÁ QUE ALGO ESTÁ ERRADO (Aquele momento em que o piloto olha para o tirante e parece não estar entendendo nada)… NESTE MOMENTO REDOBRE A ATENÇÃO OU REFAÇA AS CONEXÕES DO INÍCIO.

Se ainda assim conseguimos decolar com enrosco nas linhas, e pode acreditar que acontece frequentemente, devemos:

🔴 MANTER A CALMA PRA ADMINISTRAR A SITUAÇÃO COM COMANDOS SUAVES, COM INTENSIDADE E TEMPO DE ACORDO COM A NECESSIDADE… OU POUSE IMEDIATAMENTE.

💥 Qualquer linha enroscada causa deformação no perfil aerodinâmico que prejudicará sua performance  de acordo com sua intensidade… Desde um simples graveto até um enrosco mais grave envolvendo múltiplos tirantes… Geralmente o enrosco está em um dos lados da asa e sempre tenderá curvas para aquele lado 💥

Espero que este post possa te ajudar…

Bons e seguros voos!

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Ventaca… O que fazer quando voamos e nos deparamos com vento forte!

Vou tentar resumir a questão de entradas de ventos fortes:

Em primeiro lugar os ventos não chegam de sopetão e sim vão nos dando sinais de sua chegada com até hora de antecedência. E os ventos mais preocupantes são os de entrada de frente fria que em nossa região, Litoral Paulista, se dá pelo quadrante Oeste sendo o vento de Sudoeste o mais traiçoeiro. Se estamos em casa, no trabalho ou em locais abrigados, distraídos com nossos afazeres, é claro que ao entrar um ventão diremos que foi de repente, do nada, pois não estávamos observando a evolução do clima em local apropriado. Já quando estamos em vôo, estamos atentos às variações climáticas pois dependemos disso…. Alguns pilotos mais atentos outros menos mas ainda assim estamos em um ambiente favorável à observação do clima. É mais ou menos como atravessar uma estrada e ser atropelado por um caminhão e dizer que o caminhão chegou de repente… Esse de repente varia de onde vc observou e decidiu atravessar a estrada…

Na prática temos que estar sempre atentos a previsão do tempo, que, apesar de parecer não tão confiável nos antecipa com importantes informações sobre entradas de frente fria. No campo e em voo temos que monitorar direção e intensidade do vento a todo momento e observar o quadrante de entrada de frente fria pra ver se não há a presença de nuvens suspeitas. Em nossa região, observamos o quadrante Oeste e percebemos se não tem nuvens de base baixa e carregadas, geralmente o vento vai parar e mudar a direção, começar fraco e ir acelerando mais rápido que o normal… Observamos também o mar a kms de distância pois o vento tem sua velocidade de deslocamento no solo.

O que fazer quando inadvertidamente estamos em vôo e pegamos um vento forte? Eu particularmente uso a seguinte lógica: Minha asa voa a cerca de 30 a 40km/h em relação ao ar, ou seja dentro da massa. Então, se eu voar a favor do vento, ou seja, de “cauda”, eu sempre estarei voando em relação ao solo na velocidade de deslocamento da massa + velocidade da minha asa, ou seja, eu voo mais rápido que a massa e com isso conseguirei sair dela, ganhar um fôlego pra pousar em segurança e me desconectar rapidamente.

Já tive várias experiências neste sentido e graças a Deus, usando essa tática eu sempre me safei ileso. A primeira vez que isso ocorreu foi na expedição Rastreando o Atlântico em 2009 onde não conseguíamos avançar e estávamos em local inóspito demais, atravessando o Parque Nacional da Jureia. Nossos combustíveis estavam pouco e não avançavamos de frente então resolvi voltar e chegamos no pouso, a uns 20km do local onde decidimos retornar, muito antes do vento.

Outra vez, voando de duplo aqui em Itanhaém, eu fui observando a entrada de frente fria e quando cheguei na reserva minha asa parou de voar em relação ao solo, o mar estava muito “encarneirado” então retornei de cauda até a base da Escola, cheguei antes do ventão, pousei com segurança, avisei o pessoal que iria chegar uma ventaca e 05 minutos depois era barraca voando pra todo lado…

Também passei por situações semelhantes em outras expedições como Mongólia, Rota do Descobrimento e etc… Em todas as vezes usei essa tática e pude notar que sempre chegava antes do vento dando tempo da desconexão segura.

Concluindo:

  1.  Veja sempre a previsão do tempo e atenção no quadrante de entrada de frente fria.
  2. Observe alterações no vento a kms de distância e use referências como o mar por exemplo, e fique mais atento quando o vento parar e virar no local que vc estiver.
  3. Se está voando contra vento e pegar ventão, e seu pouso imediato está comprometido seja por velocidade ou falta de espaço, vire a favor e procure se afastar o máximo possível.
  4. Ao pousar, caso o vento local esteja forte utilize os tirantes “C” pra matar a vela e desconecte imediatamente o velame. Evite usar comandos excessivos pois se usar errado os freios o piloto poderá ser arrastado.

Desejo ótimos voos seguros a todos!

Aparelho de segurança para partida em Paramotor 

Devido a inúmeros acidentes que vem ocorrendo com os pilotos de paramotor quando vão ligar o seu equipamentos em solo, geralmente na primeira partida, desenvolvemos um aparelho de corte de giro para tornar está pausa mais segura.

O aparelho está instalado no paramotor de nosso instrutor Márcio Aita e este protótipo está em fase de testes e vem se muito eficaz!

A sua instalação é muito simples e descomplicada!

Esperamos que em um futuro muito próximo os pilotos tenham acesso a esta tecnologia e que este aparelho possa diminuir as estatísticas de acidentes ao lugar o paramotor.

CCC 2016 oficial

Novo Layout para o CCC Aita

Olá amigos, Estamos reformulando toda a parte de comunicação visual de nossa Escola e já modernizamos nosso logotipo bem como o grafismo de nossas artes… Desta vez mudamos a cara de nosso CCC – Carteira de Conclusão de Curso. Em breve a emissão deste documento será feita de maneira totalmente automatizada e a solicitação partirá diretamente do aluno/piloto interessado aqui pelo site. Esperamos que vocês curtam esse novo modelo e tenham orgulho em exibi-la por aí provando que és genuinamente um PILOTO AITA.

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Piloto instrutor da Aita conduz atleta com a tocha olímpica 

E a Tocha Olímpica conduzida por dois grandes pilotos e amigos! Parabéns Angelo Santos e Leandro Lattari…. Show de ver!

 

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MEGACROSS AITA – Ilha do Mel

Fabuloso voo de paramotor de cross country com alunos da Escola pelo litoral Paulista e Paranaense. Serão 220km de muita emoção e adrenalina sobrevoando praias desertas e reservas de Mata Atlântica exuberantes!

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Recorde Paulista de Distância – 334Km

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A AITA Escola Nacional de Paramotor parabeniza ao Piloto Charles Figueiredo Frederico pela marca de 334Km, voados no dia 08 de maio de 2013, em uma rota linda e cheia de aventuras entre Santos, no litoral Paulista e a cidade do Rio de Janeiro.
Charles, que já era piloto de Asa Delta, iniciou no paramotor através de nossa Escola, em março de 2012 e de lá pra cá vem demonstrando toda sua gana por voos cada vez mais longos. Voltado para o Cross Country, já fez várias rotas com mais de 60 Km pelo litoral paulista.
Convidado pelo amigo Roberto Gerolamo e Alexandre Andreazzi, Charles embarcou nesta aventura para realizar um grande sonho de sobrevoar o litoral paulista a bordo de um paramotor e, com determinação manteve-se em voo conluindo sem pousar a marca de 330Km em cerca de 6:00h. O piloto Alexandre não conseguiu concluir a aventura pousando na cidade de Paraty/RJ, na praia de Trindade e Roberto Gerolamo teve que pousar em um momento para verficar as conexões elétricas de seu equipamento. Sendo assim Charles foi o único que conseguiu a façanha.
Todos os 3 pilotos estão mais que de PARABÉNS pela incrível aventura.
Ótimos voos a todos e com mais quebras de recordes aos pilotos Aita, são os votos da Escola a todos vocês.

RECORD FANTASTICO

Recorde Sulamericano de Altitude em Paramotor – 4772mt

Estamos muito orgulhosos com o Recorde Sulamericano de Paramotor, que foi batido pelo piloto Leandro Saadi no dia 25 de abril de 2013. Leandro é piloto que pertence a Família AITA desde muitos anos. Iniciou no esporte através do incentivo de nosso instrutor Márcio AITA em 2007. De lá pra cá acumulou experiência e se tornou referência no esporte quanto a captação de fotografias aéreas e outros trabalhos como fiscalização da mata atlântica na região de São Sebastião, no litoral norte paulista. Piloto que gosta de voar alto, durante meses pesquisou as rotas da região para estabelecer essa marca. PARABÉNS LEANDRO, CONQUISTA MAIS QUE MERECIDA!!!!!!!

Veja o vídeo:

Segue o link da matéria do Fantástico:

http://g1.globo.com/fantastico/videos/t/edicoes/v/piloto-bate-recorde-brasileiro-de-altitude-de-paramotor/2543175/

 

Treinamento Marinha do Brasil

Curso prático de formação de piloto de paramotor realizado pela AITA Escola Nacional de Paramotor para o Grupo de Operações Especiais da Marinha do Brasil – Fuzileiros Navais em parceria com a Ebpm em setembro 2011.

As aulas práticas se deram na praia de Itanhaém/SP e todo o curso ministrado com equipamentos de alta qualidade das marcas Fly Products, Paramania e Sol Sports. Todos se formaram com êxito e impressiona a dedicação que empregaram no curso.

PARABÉNS A MARINHA DO BRASIL POR ACREDITAR NESTE ESPORTE QUE PODE LHES RENDER GRANDES FRUTOS.